quinta-feira, 3 de julho de 2014

O Gigante da Fé Jorge Muller

Introdução   
      Neste trabalho iremos apresentar a historia de um dos maiores nomes que o mundo já viu em termos de amor ao próximo, com dedicação, obediência, fé, perseverança e esperança na obra de Deus.
      Um verdadeiro gigante na fé, George Muller mais conhecido como o pai dos Órfãos de Bristol (Inglaterra) foi um alemão Teólogo; Evangelista Adenominacional; Missionário; e diretor de orfanatos. Foi integrante do Movimento Irmãos Unido, também conhecido como Irmãos de Plymouth, Assembléia dos Irmãos em Portugal, Casa de Oração no Brasil, ou simplesmente Os Irmãos.
      George Muller foi uma pessoa que por meio somente da fé e oração conseguiu um milagre, dotado de uma capacidade incrível, com um relacionamento íntimo com Deus conseguiu administrar e dirigir um verdadeiro exército de meninos e meninas órfãos pela pacata cidade de Bristol, sem se quer pedir ajuda a ninguém.
       A força de sua vida abençoada estava na simplicidade de sua fé em Deus e em sua palavra. George amava a palavra contida na Bíblia.
       A coragem de Müller e sua dependência total do Pai celeste irão inspirar você a confiar no Deus do impossível em todas as áreas de sua vida. Afinal, Ele faz muito mais do que podemos imaginar. Ontem, hoje e sempre.
       Hoje reconhecemos o irmão George Müller como um dos maiores exemplos de fé e oração dentro da História da Igreja
           
 Inicio
     
      O gigante da fé, Johann Georg Ferdinand Müller também conhecido como George Müller, nasceu em 27 de Setembro de 1805, na cidade de Kroppenstedt na Alemanha, filho de um coletor de impostos, seu pai ministrou uma educação semelhante com a forma aplicada nos nossos tempos, ou seja, mimou excessivamente George Müller que desde criança recebia dinheiro do pai e liberdade para gastar à vontade, George ficou descontrolado, desonesto, mentiroso, caloteiro e beberrão.
      Até os seus vinte anos, praticava muitos furtos e vivia em pecado, entretanto o pai ansiava que o filho fosse ministro da Igreja Luterana, não pela religião, mas pela garantia de futuro, só que o jovem Müller parecia se engajar no mau caminho, aos vinte anos roubava as contribuições de seus amigos da bolsa dos fundos de viagem. Depois de vivenciar uma juventude sem Deus e no caos, ele foi estudar Teologia Protestante na Universidade Martin Luther de Halle-Wittenberg.

A conversão
      Durante os seus estudos na cidade de Halle an der Saale, na Alemanha, ele alcançou um encontro verdadeiro com Deus, através de Beta um de seus companheiros que se converteu, convidou-o para uma oração na casa de uma família convertida em uma missão Moravia. Tudo isso só foi possível, porque um colega superou a vergonha e foi instrumento de Jesus para convidar George para a reunião.
      A mudança quase completa para o jovem começa ali, na leitura da Bíblia, no sermão e no hino, deu pra ele perceber a beleza da conversão naquela incrível noite, dali em diante o que ele achava que não condizia com a vida do crente, foi abolindo, as leituras missionárias o atraiam, sentia a necessidade de propagar o evangelho aos pagãos, a eternidade de Müller mudou, sua vida foi tocada e seu caráter transformado. Agora ele orava muito, lia a Palavra de Deus e amava todos os crentes em Jesus, os mesmos crentes de quem tanto zombou. Desta forma, logo despertou no seu coração o desejo missionário.
      Enamorou-se de uma jovem crente, este envolvimento atrapalhou o anseio do jovem, pois os pais da jovem crente não admitiriam que ela abraça-se o caminho das missões, com isso Jorge Muller esfriou-se da vida espiritual. Outro fato que ajudou Muller a voltar na vida do verdadeiro crente foi o desapego do erudito e bem financeiramente, Herman Ball, que desapegou de toda tua riqueza para seguir a vida missionária, empenha-se novamente em entrar nas missões, comunicou com a família Muller o seu desejo, mas a família não compactou com os seus desejos, e o velho Muller não mandou mais dinheiro para o filho continuar os estudos, ainda faltava dois anos para concluir os estudos na universidade, e Muller colocou-se nas mãos de Deus e não foi desamparado.

A Mudança

      Na primavera do ano de 1829 foi para Londres e foi instruído pelo professor Tholuck através da "Sociedade para a Missão Judaica". Durante uma estadia na cidade de Teighnmouth, na Inglaterra, ele conheceu Henry Craik que durante muitos anos foi seu amigo e cooperador.
      Henry Craik foi um escocês hebraísta, ou seja, especialista em hebraico, bem como teólogo e pregador. Foi tutor da família de Anthony Norris Groves.
      Anthony Norris Groves é considerado como "pai da fé nas missões". Norris Groves escreveu a primeira missão protestante de língua árabe para os muçulmanos, bem como morou em Bagdá. Groves nutriu estreito relacionamento com um grupo de amigos que se tornaram líderes no movimento dos "Irmãos Unidos" (Irmãos de Plymouth), entre esses líderes estavam John Nelson Darby (1800-1882), John Vesey Parnell (1805-1883) e George Müller.
      A influência de Norris Groves sobre George Müller o levou a sujeitar todas as circunstâncias de sua vida à vontade de Deus.
      Algum tempo depois de sua volta de Londres, George Müller seguindo as influências de Norris Groves, expressou seus sentimentos de trabalhar na obra do Senhor sem salário regular provindo da "Sociedade para a Missão Judaica", mas recebeu uma resposta gentil, porém negativa da sociedade que por fim o dispensou

O Ministério

      No início do ano de 1830, ele retornou para Teignmouth e ficou na condição de pregador em uma pequena comunidade Batista. No verão do mesmo ano, através dos estudos da Palavra de Deus, concluiu que é bíblico o partir do pão a cada domingo, bem como entendeu ser importante que todos os irmãos participassem da reunião usando os dons dados por Cristo no ministério da Palavra. Quando concluiu 25 anos de idade, decidiu que nunca mais receberia um salário fixo de qualquer obra cristã, mas confiaria exclusiva e unicamente em Deus. Tal decisão foi muito difícil, porque a comunidade constava apenas com 18 membros.
      Em 07/10/1830 casou com Mary Groves, irmã de Anthony Norris Groves, três semanas depois de seu casamento, Müller e sua esposa decidiram abrir mão de seu salário como pastor de uma pequena congregação em Teignmouth, e depender exclusivamente de Deus para suas necessidades. Já desde o início, ele tomou a posição que manteria durante todo o seu ministério, de nunca revelar suas necessidades às pessoas, e de nunca pedir dinheiro de ninguém, somente de Deus. Ao mesmo tempo, decidiu que também nunca entraria em dívida por motivo algum, e que não faria reservas, nem guardaria dinheiro para o futuro. Seu primeiro filho nasce morto, muitas provações o assolaria durante sua longa jornada nos trabalhos do Senhor. Teve uma filha, Lídia que muito o alegrou, pela dedicação na evangelização, seu último filho dura apenas um ano nesta vida.
      A cidade de Bristol, na Inglaterra, enfrentava uma situação deplorável, o que favoreceria o labor missionário de George Müller. Depois de muitas orações e um exame perscrutador dos amigos Henry Craik e George Müller, eles resolveram mudar para Bristol em maio de 1832. Nessa cidade, Henry Craik assumiu a capela "Gideão" e                 George Müller assumiu a maior, porém, vazia capela "Bethesda". Nesses lugares praticaram as verdades conhecidas e as reuniões eram simples. George escreveu em seu diário: "sem estatuto algum, somente com o desejo de agir conforme agradasse ao Senhor esperando luz           por meio de sua palavra".
      Embora essa comunidade mantivesse algumas características eclesiásticas, ainda assim aprovava os princípios praticados em outras localidades pelos crentes pertencentes ao movimento dos "Irmãos Unidos". Assim como os "Irmãos Unidos", essa comunidade valorizava a autoridade da Palavra de Deus e a separação do mundo; o partir do pão “ceia do Senhor” todos os domingos; bem como em consideração à Bíblia, todos ficavam submissos à direção do Espírito Santo. Embora, George Müller e Henry Craik fossem conhecidos como líderes espirituais e pregadores da pequena assembléia, eles não eram pregadores empregados, bem como não recebiam salários fixos.
      John Nelson Darby, no mês de outubro do ano 1832, realizou sua primeira visita na assembleia dos irmãos liderados por George Müller e Henry Craik. Em uma carta datada do dia 15 de outubro, Darby relatou a experiência: "Pregamos em ambas as capelas. O Senhor está operando ali uma obra notável e, assim espero que os nossos amados irmãos Müller e Craik serão ricamente abençoados ali.". Naqueles anos, o trabalho em Bristol foi ricamente abençoado. O pequeno grupo de salvos cresceu rapidamente, tanto que os crentes que frequentavam as duas capelas foram unidos no ano de 1837, perfazendo 668 pessoas em 1844.
      Segundo a soberania de Deus, George Müller seguiu caminho diverso do irmão John Nelson Darby. O movimento "Irmãos Unidos" foi multiplicado em dois seguimentos: "Irmãos Fechados" encabeçado por J.N. Darby e "Irmãos Abertos" ou "Neutros" liderado por George Müller.          
      O novo lema da bandeira dos Irmãos "Abertos" ou "Neutros" era: "O sangue do Cordeiro é a unidade dos santos". Certamente não poderia haver unidade sem o precioso sangue do Cordeiro imaculado de Deus. Para os "Irmãos Fechados", o sangue do Cordeiro é a base de paz. Eles entendiam que a base da unidade ou centro da unidade era o Cristo ressurreto e glorificado. Depois surgiu outro movimento, a saber, "Restauração do Senhor" liderado por
Watchman Nee. A "Restauração do Senhor" entende que a unidade dos crentes é vista através da base da localidade, ou seja, através da igreja local inominada e adenominacional.
      Os "Irmãos Abertos" não excluíam da comunhão os cristãos que reuniam nos grupos denominacionais, mesmo que os seus líderes fossem biblicamente errados. Eles praticavam os versículos bíblicos: Romanos 14:4 - "Quem és tu, que julgas o servo alheio?" e Colossenses 3:13"Suportai-vos uns aos outros". Distinguiam os líderes dos seguidores, presumindo que os seguidores nem sempre compartilham conscientemente das idéias dos lideres.
Desta forma, vemos três posicionamentos:
  1. Os crentes são unidos através do Sangue de Jesus;
  2. Os crentes desfrutam unidade no Cristo ressurreto e glorioso; e
  3. Os crentes demonstram a unidade para a sociedade na cidade em que moram, ou seja, não através da "igreja universal", mas da "igreja local".

     
Hoje, nós somos muito ajudados por todos esses posicionamentos. Mesmo aqueles que frequentam os grupos denominacionais são ajudados na reflexão sobre o sistema religioso existente no cristianismo. George Müller expressou o valor do Sangue de Jesus; J.N. Darby apontou o Cristo glorioso; e Watchman Nee indicou a importância da localidade nos planos de Deus.   
      No Brasil, o movimento dos "Irmãos Unidos" é expresso nos locais de reunião com a terminologia "Casa de Oração", já em outros países é conhecido como "Assembleia dos Irmãos".
Müller "antes de falecer, disse que lera a Bíblia inteira cerca de duzentas vezes; cem vezes o fez estando de joelhos".

      A Bíblia não era apenas um livro de cabeceira que lemos antes de dormir, mas um livro para toda a sua vida. Tal livro dos livros foi a fonte de toda a sua inspiração, bem como o segredo do maravilhoso crescimento espiritual que alcançou.

"O que pode acontecer a um homem comum que confia num Deus extraordinário? George Müller descobriu possibilidades infinitas!".

 O Pai dos Órfãos
            Em 1834 fundou juntamente com Henry Craik a "Instituição para a Propagação do Conhecimento das Escrituras na Inglaterra e no Exterior", cuja finalidade era a fundação de escolas cristãs, a divulgação das Sagradas Escrituras, bem como o apoio para as missões baseadas na fé. No início do ano de 1835, embora não recebessem nenhum apoio financeiro de incrédulos nem fizessem empréstimos, já estavam com cinco escolas ativas e os funcionários eram todos salvos.
      Embora fossem escassos os recursos financeiros, bem como inexistisse renda regular, entregou tudo que possuía para os pobres.
      Em 1833, durante todas as manhãs andava nas ruas da cidade de Bristol e chamava as crianças pobres para fornecer um pedaço de pão e instrução na leitura da Bíblia. Também realizava o mesmo procedimento com os adultos.
      George Müller tinha uma visão muito clara sobre a interligação da oração com uma vida de santidade, assim procurou demonstrar esse princípio através das suas pregações e de seus escritos.
      Foi nas criações de orfanatos que ele mais centralizou sua meta, em 1835, na Inglaterra havia grande quantidade de crianças nas ruas abandonadas e em verdadeiro estado de pobreza, Gorge Muller empenhou-se profundamente para a resolução deste problema, começou a criação de orfanatos, mas colocou Deus primeiramente na direção desta empreitada, pois Ele nunca falha, costumava pedir de joelhos, teve como lema o Salmo 81. As dificuldades foram imensas, mas nas décadas mais duras que Muller enfrentou nunca foi desamparado, e dificilmente tinha reservas alimentares para os seus necessitados, na hora propícia sempre aparecia ajuda, com isso sua fé, inabalável no Altíssimo só aumentava a confiança do "Pai dos órfãos" era tal, que nem uma só vez recusou aceitar crianças no orfanato. Quando lhe perguntavam por que assumira o encargo do orfanato, respondeu que não fora apenas para alimentar os órfãos material e espiritualmente, mas "o primeiro objetivo bási­co do orfanato era afirmava, e ainda é que Deus seja magnificado pelo fato de que os órfãos sob os meus cuida­dos foram e estão sendo supridos de todo o necessário, so­mente por oração e fé, sem eu nem meus companheiros de trabalho pedirmos ao próximo; por isso mesmo se pode ver que Deus continua fiel e ainda responde às nossas ora­ções". Muller não pedia doações a ninguém, simplesmente ele orava ao Senhor e a Providência chegava, não só de mantimentos, mas também de dinheiro para pagar as despesas e ajuda humanitária, pois nos orfanatos vários profissionais atuavam de graça. Os orfanatos tinham erradicado a imensidão de órfãos nas ruas, outras instituições imitaram os bons trabalhos de Muller e seus companheiros.
      Os cinco prédios construídos de pedras lavradas e si­tuados em Ashley Hill, Bristol, Inglaterra, com 1.700 janelas e lugar para acomodar mais de 2.000 pessoas, são teste­munhas atuais dessa grande fé de que ele escreveu.

Suas viagens   
      George Müller fez diversas viagens no continente europeu. Visitou a Alemanha durante os anos de 1840-1841. Na sua velhice também realizou diversas viagens missionárias no período de 1875-1892. Essas viagens foram para a Europa, Ásia, América, África e Austrália. Nessas viagens pregou o evangelho de maneira clara e simples, conduzindo muitas almas para Cristo, bem como instruiu sobre o uso da Bíblia e a interpretação das verdades sagradas. Também apontou o caminho para o amor fraternal, a genuína fé salvífica, a esperança acerca da volta de Jesus Cristo como Senhor e Rei, bem como a necessidade de separação do mundo.
      Sua esposa permaneceu como uma fiel companheira durante 40 anos, até que faleceu em 06/02/1870, com uma visível tristeza, mas sustentado por Deus, ele falou sentir-se consolado por ela estar desfrutando das maravilhas do Senhor. No ano de 1873 sua filha Lídia casa-se com o seu colaborador James Wright mesmo ano em que George Müller casou-se com Susanne Grace Sanger, uma crente que a família Müller já conhecia há 25 anos.
      Ele abraça o trabalho que tanto almejava, inicia as viagens, as missões, mas outra tristeza volta a lhe acontecer, falece sua filha, Lídia, casada há 14 anos com seu amigo, fiel colaborador e seu futuro sucessor, mais uma vez ele se apega ao Espírito Consolador do Senhor e segue em frente em seu ministério
      Cada viagem, cada sermão, conquistava fiéis, tal era tua eloqüência, foram 42 países visitados, mais de 3 milhões de pessoas ouviram suas pregações.

A Despedida de George Muller
         No dia 10 de março de 1898, no período matutino, foi repentinamente chamado para o Lar em Cristo. No dia anterior ocupou o seu tempo com a "reunião de oração". A sua morte foi inesperada e sem dores. Na manhã do dia seguinte foi "cha­mado", na expressão de um amigo ao receber as notícias que assim explicam a partida: "O querido ancião Müller desapareceu de nosso meio para o Lar, quando o Mestre abriu a porta e o chamou ternamente, dizendo: 'Vem!'"
 Quando o seu testamento foi verificado constatou que sua fortuna era apenas o mobiliário de seu apartamento. Embora tivesse passado em suas mãos o montante de sete milhões e quinhentos mil dólares em nenhum momento furtou qualquer valor, todos os seus recursos e forças foram para Cristo e Seu reino, bem como para o próximo.
Conclusão
      Durante mais de sessenta anos de ministério, Müller iniciou 117 escolas que educaram mais de 120.000 jovens e órfãos; distribuiu 275.000 Bíblias completas em diferentes idiomas além de grande quantidade de porções menores; sustentou 189 missionários em outros países; e sua equipe de assistentes chegou a contar com 112 pessoas.
      Seu maior trabalho foi dos orfanatos em Bristol, na Inglaterra. Começando com duas crianças, o trabalho foi crescendo com o passar dos anos, e chegou a incluir cinco prédios construídos por ele mesmo, com nada menos que 2.000 órfãos sendo alimentados, vestidos, educados e treinados para o trabalho. Ao todo, pelo menos dez mil órfãos passaram pelos orfanatos durante sua vida. Só a manutenção destes órfãos custava 26 mil libras por ano. Nunca ficaram sem uma refeição, mas muitas vezes a resposta chegava à última hora. Às vezes sentavam para comer com pratos vazios, mas a resposta de Deus nunca falhava.
      No decorrer da sua vida, Müller recebeu o equivalente a sete milhões e meio de dólares, como resposta de Deus. Além de nunca divulgar suas necessidades. Nunca recusou um órfão. E uma frase que marcou muito foi quando disse que:
     “ Veio um dia em que eu morri, morri completamente, morri para George Müller, suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo sua aprovação ou censura; morri para a aprovação ou censura até dos meus irmãos e amigos; e, desde aquele dia, tenho me esforçado somente por apresentar-me diante de Deus Aprovado”.
       George Muller foi um dos maiores exemplos de fé e oração da história da igreja.

 Bibliografia
Revista Impacto (www.revistaimpacto.com.br), nº 25.

Livro: "Os Irmãos" (Como são chamados) - Sua história e as verdades que professam.
Autor:
Andrew Miller, 1810-1883.
Editora: Depósito de Literatura Cristã - DLC. (Brasil).
Páginas: 175.

Livro: George Müller - Um dos maiores exemplos de fé e oração da história da igreja.
Autor: Jack Manley.
Editora: Betânia. (Brasil).
Páginas: 71.

Livro: George Müller - Homem de Fé a quem Deus deu milhões.
Autor: Carlos R. Parsons.
Editora: Shedd Publicações. (Brasil).
Páginas: 47.

Livro: George Müller - O triunfo da fé no sobrenatural.
Autor: Faith Coxe Bailey.
Editora: Vida. (Brasil).
Páginas: 167.

Livro: Heróis da Fé - Vinte homens extraordinários que incendiaram o mundo.
Autor: Orlando Boyer.
Editora: Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD. (Brasil).
Páginas: 246.

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