Introdução
Neste trabalho iremos apresentar
a historia de um dos maiores nomes que o mundo já viu em termos de amor ao
próximo, com dedicação, obediência, fé, perseverança e esperança na obra de
Deus.
Um
verdadeiro gigante na fé, George Muller mais conhecido como o pai dos Órfãos de
Bristol (Inglaterra) foi um alemão Teólogo; Evangelista Adenominacional; Missionário; e diretor
de orfanatos. Foi integrante do Movimento Irmãos Unido, também conhecido
como Irmãos
de Plymouth, Assembléia dos Irmãos em Portugal, Casa de Oração no Brasil, ou
simplesmente Os
Irmãos.
George
Muller foi uma pessoa que por meio somente da fé e oração conseguiu um milagre,
dotado de uma capacidade incrível, com um relacionamento íntimo com Deus
conseguiu administrar e dirigir um verdadeiro exército de meninos e meninas
órfãos pela pacata cidade de Bristol, sem se quer pedir ajuda a ninguém.
A
força de sua vida abençoada estava na simplicidade de sua fé em Deus e em sua palavra.
George amava a palavra contida
na Bíblia.
A
coragem de Müller e sua
dependência total do Pai celeste irão inspirar você a confiar no Deus do
impossível em todas as áreas de sua vida. Afinal, Ele faz muito mais do que
podemos imaginar. Ontem, hoje e sempre.
Hoje reconhecemos o irmão George Müller como um dos maiores
exemplos de fé e oração dentro da História da Igreja
Inicio
O
gigante da fé, Johann Georg Ferdinand
Müller também conhecido como George
Müller, nasceu em 27 de Setembro de 1805, na cidade de Kroppenstedt na Alemanha,
filho
de um coletor de impostos, seu pai ministrou uma educação semelhante com a
forma aplicada nos nossos tempos, ou seja, mimou excessivamente George Müller que
desde criança recebia dinheiro do pai e liberdade para gastar à vontade, George ficou descontrolado,
desonesto, mentiroso, caloteiro e beberrão.
Até
os seus vinte anos, praticava muitos furtos e vivia em pecado, entretanto o pai
ansiava que o filho fosse ministro da Igreja Luterana, não pela religião, mas
pela garantia de futuro, só que o jovem Müller parecia se engajar no mau
caminho, aos vinte anos roubava as contribuições de seus amigos da bolsa dos
fundos de viagem. Depois de vivenciar uma juventude sem Deus e no caos, ele foi
estudar Teologia Protestante
na Universidade Martin Luther de Halle-Wittenberg.
A conversão
Durante os seus estudos na cidade de
Halle an der Saale, na Alemanha, ele alcançou um encontro verdadeiro com Deus,
através de Beta um de seus companheiros que se converteu, convidou-o para uma
oração na casa de uma família convertida em uma missão Moravia. Tudo isso só
foi possível, porque um colega superou a vergonha e foi instrumento de Jesus para
convidar George para a
reunião.
A mudança quase completa para o jovem começa ali, na leitura da Bíblia,
no sermão e no hino, deu pra ele perceber a beleza da conversão naquela
incrível noite, dali em diante o que ele achava que não condizia com a vida do
crente, foi abolindo, as leituras missionárias o atraiam, sentia a necessidade
de propagar o evangelho aos pagãos, a eternidade de Müller mudou, sua vida foi tocada e
seu caráter transformado. Agora ele orava muito, lia a Palavra de Deus e amava
todos os crentes em Jesus, os mesmos crentes de quem tanto zombou. Desta forma, logo despertou no
seu coração o desejo missionário.
Enamorou-se de uma jovem crente, este envolvimento atrapalhou o anseio
do jovem, pois os pais da jovem crente não admitiriam que ela abraça-se o
caminho das missões, com isso Jorge Muller esfriou-se da vida espiritual. Outro
fato que ajudou Muller a voltar na vida do verdadeiro crente foi o desapego do
erudito e bem financeiramente, Herman Ball, que desapegou de toda tua riqueza
para seguir a vida missionária, empenha-se novamente em entrar nas missões,
comunicou com a família Muller o seu desejo, mas a família não compactou com os
seus desejos, e o velho Muller não mandou mais dinheiro para o filho continuar
os estudos, ainda faltava dois anos para concluir os estudos na universidade, e
Muller colocou-se nas mãos de Deus e não foi desamparado.
A Mudança
Na primavera do ano de 1829 foi para Londres e foi instruído pelo
professor Tholuck através da
"Sociedade para a Missão Judaica". Durante uma estadia na
cidade de Teighnmouth, na Inglaterra, ele conheceu Henry Craik que durante muitos anos foi seu amigo e cooperador.
Henry Craik foi um
escocês hebraísta, ou seja, especialista em hebraico, bem como teólogo e
pregador. Foi tutor da família de Anthony
Norris Groves.
Anthony Norris Groves é considerado
como "pai da fé nas missões".
Norris Groves escreveu a
primeira missão protestante de língua árabe para os muçulmanos, bem como morou
em Bagdá. Groves nutriu
estreito relacionamento com um grupo de amigos que se tornaram líderes no
movimento dos "Irmãos Unidos"
(Irmãos de Plymouth),
entre esses líderes estavam John Nelson
Darby (1800-1882), John Vesey
Parnell (1805-1883) e George
Müller.
A influência de Norris Groves
sobre George Müller o levou a
sujeitar todas as circunstâncias de sua vida à vontade de Deus.
Algum tempo depois de sua volta de Londres, George Müller seguindo as influências de Norris Groves, expressou seus sentimentos de trabalhar na obra do
Senhor sem salário regular provindo da "Sociedade para a Missão Judaica",
mas recebeu uma resposta gentil, porém negativa da sociedade que por fim o
dispensou
O Ministério
No início do ano de 1830, ele retornou para Teignmouth e ficou na
condição de pregador em uma pequena comunidade Batista. No verão do mesmo ano, através dos estudos da Palavra
de Deus, concluiu que é bíblico o partir do pão a cada domingo, bem como
entendeu ser importante que todos os irmãos participassem da reunião usando os
dons dados por Cristo no ministério da Palavra. Quando concluiu 25 anos de
idade, decidiu que nunca mais receberia um salário fixo de qualquer obra
cristã, mas confiaria exclusiva e unicamente em Deus. Tal decisão foi muito
difícil, porque a comunidade constava apenas com 18 membros.
Em 07/10/1830 casou com Mary
Groves, irmã de Anthony Norris
Groves, três semanas depois de seu casamento, Müller e sua esposa decidiram
abrir mão de seu salário como pastor de uma pequena congregação em Teignmouth, e
depender exclusivamente de Deus para suas necessidades. Já desde o início, ele
tomou a posição que manteria durante todo o seu ministério, de nunca revelar
suas necessidades às pessoas, e de nunca pedir dinheiro de ninguém, somente de
Deus. Ao mesmo tempo, decidiu que também nunca entraria em dívida por motivo
algum, e que não faria reservas, nem guardaria dinheiro para o futuro. Seu primeiro filho nasce morto,
muitas provações o assolaria durante sua longa jornada nos trabalhos do Senhor.
Teve uma filha, Lídia que muito o alegrou, pela dedicação na evangelização, seu
último filho dura apenas um ano nesta vida.
A cidade de Bristol, na Inglaterra, enfrentava uma situação deplorável,
o que favoreceria o labor missionário de George Müller. Depois de muitas orações e um exame perscrutador
dos amigos Henry Craik e George Müller, eles resolveram mudar
para Bristol em maio de 1832. Nessa cidade, Henry Craik assumiu a capela "Gideão" e George Müller assumiu a maior, porém, vazia capela "Bethesda".
Nesses lugares praticaram as verdades conhecidas e as reuniões eram
simples. George escreveu em
seu diário: "sem estatuto algum,
somente com o desejo de agir conforme agradasse ao Senhor esperando luz por meio de sua palavra".
Embora essa comunidade mantivesse algumas características eclesiásticas,
ainda assim aprovava os princípios praticados em outras localidades pelos
crentes pertencentes ao movimento dos "Irmãos Unidos". Assim como os "Irmãos Unidos", essa
comunidade valorizava a autoridade da Palavra de Deus e a separação do mundo; o
partir do pão “ceia do Senhor” todos os domingos; bem como em consideração à
Bíblia, todos ficavam submissos à direção do Espírito Santo. Embora, George Müller e Henry Craik fossem conhecidos como
líderes espirituais e pregadores da pequena assembléia, eles não eram
pregadores empregados, bem como não recebiam salários fixos.
John Nelson Darby, no mês de outubro do
ano 1832, realizou sua primeira visita na assembleia dos irmãos liderados por George Müller e Henry Craik. Em uma carta datada do
dia 15 de outubro, Darby relatou
a experiência: "Pregamos em ambas as capelas. O Senhor está operando ali
uma obra notável e, assim espero que os nossos amados irmãos Müller e Craik serão ricamente abençoados ali.". Naqueles anos, o
trabalho em Bristol foi ricamente abençoado. O pequeno grupo de salvos cresceu
rapidamente, tanto que os crentes que frequentavam as duas capelas foram unidos
no ano de 1837, perfazendo 668 pessoas em 1844.
Segundo a soberania de Deus, George Müller seguiu caminho diverso
do irmão John Nelson Darby.
O movimento "Irmãos Unidos"
foi multiplicado em dois seguimentos: "Irmãos Fechados" encabeçado por J.N. Darby e "Irmãos
Abertos" ou "Neutros"
liderado por George Müller.
O novo lema da bandeira dos Irmãos "Abertos" ou "Neutros" era: "O sangue do Cordeiro é a unidade dos santos". Certamente não poderia haver unidade sem o precioso sangue do Cordeiro imaculado de Deus. Para os "Irmãos Fechados", o sangue do Cordeiro é a base de paz. Eles entendiam que a base da unidade ou centro da unidade era o Cristo ressurreto e glorificado. Depois surgiu outro movimento, a saber, "Restauração do Senhor" liderado por Watchman Nee. A "Restauração do Senhor" entende que a unidade dos crentes é vista através da base da localidade, ou seja, através da igreja local inominada e adenominacional.
O novo lema da bandeira dos Irmãos "Abertos" ou "Neutros" era: "O sangue do Cordeiro é a unidade dos santos". Certamente não poderia haver unidade sem o precioso sangue do Cordeiro imaculado de Deus. Para os "Irmãos Fechados", o sangue do Cordeiro é a base de paz. Eles entendiam que a base da unidade ou centro da unidade era o Cristo ressurreto e glorificado. Depois surgiu outro movimento, a saber, "Restauração do Senhor" liderado por Watchman Nee. A "Restauração do Senhor" entende que a unidade dos crentes é vista através da base da localidade, ou seja, através da igreja local inominada e adenominacional.
Os "Irmãos Abertos" não excluíam da comunhão os cristãos que
reuniam nos grupos denominacionais, mesmo que os seus líderes fossem
biblicamente errados. Eles praticavam os versículos bíblicos: Romanos 14:4 -
"Quem és tu, que julgas o servo alheio?" e Colossenses 3:13"Suportai-vos
uns aos outros". Distinguiam os líderes dos seguidores, presumindo que
os seguidores nem sempre compartilham conscientemente das idéias dos lideres.
Desta
forma, vemos três posicionamentos:
- Os crentes são unidos
através do Sangue de Jesus;
- Os crentes desfrutam unidade
no Cristo ressurreto e glorioso; e
- Os crentes demonstram a
unidade para a sociedade na cidade em que moram, ou seja, não através da
"igreja universal", mas da "igreja local".
Hoje, nós somos muito ajudados por todos esses posicionamentos. Mesmo aqueles que frequentam os grupos denominacionais são ajudados na reflexão sobre o sistema religioso existente no cristianismo. George Müller expressou o valor do Sangue de Jesus; J.N. Darby apontou o Cristo glorioso; e Watchman Nee indicou a importância da localidade nos planos de Deus.
No Brasil, o movimento dos "Irmãos Unidos" é expresso nos locais de reunião com a terminologia "Casa de Oração", já em outros países é conhecido como "Assembleia dos Irmãos".
Müller "antes
de falecer, disse que lera a Bíblia inteira cerca de duzentas vezes; cem vezes
o fez estando de joelhos".
A
Bíblia não era apenas um livro de cabeceira que lemos antes de dormir, mas um
livro para toda a sua vida. Tal livro dos livros foi a fonte de toda a sua
inspiração, bem como o segredo do maravilhoso crescimento espiritual que
alcançou.
"O
que pode acontecer a um homem comum que confia num Deus extraordinário? George Müller descobriu possibilidades
infinitas!".
O Pai dos Órfãos
Em 1834 fundou juntamente com Henry
Craik a "Instituição para a Propagação do Conhecimento das Escrituras
na Inglaterra e no Exterior", cuja finalidade era a fundação de
escolas cristãs, a divulgação das Sagradas Escrituras, bem como o apoio para as
missões baseadas na fé. No início do ano de 1835, embora não recebessem nenhum
apoio financeiro de incrédulos nem fizessem empréstimos, já estavam com cinco escolas
ativas e os funcionários eram todos salvos.
Embora fossem escassos os recursos
financeiros, bem como inexistisse renda regular, entregou tudo que possuía para
os pobres.
Em 1833, durante todas as manhãs
andava nas ruas da cidade de Bristol e chamava as crianças pobres para
fornecer um pedaço de pão e instrução na leitura da Bíblia. Também realizava o
mesmo procedimento com os adultos.
George Müller tinha uma visão muito clara
sobre a interligação da oração com uma vida de santidade, assim procurou
demonstrar esse princípio através das suas pregações e de seus escritos.
Foi
nas criações de orfanatos que ele mais centralizou sua meta, em 1835, na
Inglaterra havia grande quantidade de crianças nas ruas abandonadas e em
verdadeiro estado de pobreza, Gorge Muller empenhou-se profundamente para a
resolução deste problema, começou a criação de orfanatos, mas colocou Deus
primeiramente na direção desta empreitada, pois Ele nunca falha, costumava
pedir de joelhos, teve como lema o Salmo 81. As dificuldades foram imensas, mas
nas décadas mais duras que Muller enfrentou nunca foi desamparado, e
dificilmente tinha reservas alimentares para os seus necessitados, na hora
propícia sempre aparecia ajuda, com isso sua fé, inabalável no Altíssimo só
aumentava a confiança do "Pai dos órfãos" era tal, que nem uma só vez
recusou aceitar crianças no orfanato. Quando lhe perguntavam por que assumira o
encargo do orfanato, respondeu que não fora apenas para alimentar os órfãos
material e espiritualmente, mas "o
primeiro objetivo básico do orfanato era afirmava, e ainda é que Deus seja
magnificado pelo fato de que os órfãos sob os meus cuidados foram e estão
sendo supridos de todo o necessário, somente por oração e fé, sem eu nem meus
companheiros de trabalho pedirmos ao próximo; por isso mesmo se pode ver que
Deus continua fiel e ainda responde às nossas orações". Muller não
pedia doações a ninguém, simplesmente ele orava ao Senhor e a Providência
chegava, não só de mantimentos, mas também de dinheiro para pagar as despesas e
ajuda humanitária, pois nos orfanatos vários profissionais atuavam de graça. Os
orfanatos tinham erradicado a imensidão de órfãos nas ruas, outras instituições
imitaram os bons trabalhos de Muller e seus companheiros.
Os cinco prédios construídos de pedras lavradas e situados em Ashley
Hill, Bristol, Inglaterra, com 1.700 janelas e lugar para acomodar mais de
2.000 pessoas, são testemunhas atuais dessa grande fé de que ele escreveu.
Suas
viagens
George Müller fez
diversas viagens no continente europeu. Visitou a Alemanha durante os anos de
1840-1841. Na sua velhice também realizou diversas viagens missionárias no
período de 1875-1892. Essas viagens foram para a Europa, Ásia, América, África
e Austrália. Nessas viagens pregou o evangelho de maneira clara e simples,
conduzindo muitas almas para Cristo, bem como instruiu sobre o uso da Bíblia e
a interpretação das verdades sagradas. Também apontou o caminho para o amor
fraternal, a genuína fé salvífica, a esperança acerca da volta de Jesus Cristo
como Senhor e Rei, bem como a necessidade de separação do mundo.
Sua esposa permaneceu
como uma fiel companheira durante 40 anos, até que faleceu em 06/02/1870, com
uma visível tristeza, mas sustentado por Deus, ele falou sentir-se consolado
por ela estar desfrutando das maravilhas do Senhor. No ano de 1873
sua filha Lídia casa-se com o seu colaborador James Wright mesmo ano em que George Müller casou-se com Susanne Grace Sanger, uma crente que a
família Müller já conhecia há 25 anos.
Ele abraça o trabalho
que tanto almejava, inicia as viagens, as missões, mas outra tristeza volta a
lhe acontecer, falece sua filha, Lídia, casada há 14 anos com seu amigo, fiel
colaborador e seu futuro sucessor, mais uma vez ele se apega ao Espírito
Consolador do Senhor e segue em frente em seu ministério
Cada viagem, cada sermão, conquistava
fiéis, tal era tua eloqüência, foram 42 países visitados, mais de 3 milhões de
pessoas ouviram suas pregações.
A Despedida de George Muller
No
dia 10 de março de 1898, no período matutino, foi repentinamente chamado para o
Lar em Cristo. No dia anterior ocupou o seu tempo com a "reunião de
oração". A sua morte foi inesperada e sem dores. Na manhã do dia seguinte
foi "chamado", na expressão de um amigo ao receber as notícias que
assim explicam a partida: "O querido ancião Müller desapareceu de nosso
meio para o Lar, quando o Mestre abriu a porta e o chamou ternamente, dizendo:
'Vem!'"
Quando o seu testamento foi verificado
constatou que sua fortuna era apenas o mobiliário de seu apartamento. Embora
tivesse passado em suas mãos o montante de sete milhões e quinhentos mil
dólares em nenhum momento furtou qualquer valor, todos os seus
recursos e forças foram para Cristo e Seu reino, bem
como para o próximo.
Conclusão
Durante
mais de sessenta anos de ministério, Müller iniciou 117 escolas que educaram
mais de 120.000 jovens e órfãos; distribuiu 275.000 Bíblias completas em
diferentes idiomas além de grande quantidade de porções menores; sustentou 189
missionários em outros países; e sua equipe de assistentes chegou a contar com
112 pessoas.
Seu maior trabalho foi dos orfanatos em Bristol, na Inglaterra. Começando com duas crianças, o trabalho foi crescendo com o passar dos anos, e chegou a incluir cinco prédios construídos por ele mesmo, com nada menos que 2.000 órfãos sendo alimentados, vestidos, educados e treinados para o trabalho. Ao todo, pelo menos dez mil órfãos passaram pelos orfanatos durante sua vida. Só a manutenção destes órfãos custava 26 mil libras por ano. Nunca ficaram sem uma refeição, mas muitas vezes a resposta chegava à última hora. Às vezes sentavam para comer com pratos vazios, mas a resposta de Deus nunca falhava.
Seu maior trabalho foi dos orfanatos em Bristol, na Inglaterra. Começando com duas crianças, o trabalho foi crescendo com o passar dos anos, e chegou a incluir cinco prédios construídos por ele mesmo, com nada menos que 2.000 órfãos sendo alimentados, vestidos, educados e treinados para o trabalho. Ao todo, pelo menos dez mil órfãos passaram pelos orfanatos durante sua vida. Só a manutenção destes órfãos custava 26 mil libras por ano. Nunca ficaram sem uma refeição, mas muitas vezes a resposta chegava à última hora. Às vezes sentavam para comer com pratos vazios, mas a resposta de Deus nunca falhava.
No
decorrer da sua vida, Müller recebeu o equivalente a sete milhões e meio de
dólares, como resposta de Deus. Além de nunca divulgar suas necessidades. Nunca
recusou um órfão. E uma frase que marcou muito foi quando disse que:
“ Veio um dia em que eu morri, morri
completamente, morri para George Müller, suas opiniões, preferências,
gostos e vontade; morri para o mundo sua aprovação ou censura; morri para a
aprovação ou censura até dos meus irmãos e amigos; e, desde aquele dia, tenho
me esforçado somente por apresentar-me diante de Deus Aprovado”.
George Muller foi um dos maiores
exemplos de fé e oração da história da igreja.
Bibliografia
Livro: "Os Irmãos" (Como são chamados) - Sua história e as
verdades que professam.
Autor: Andrew Miller, 1810-1883.
Editora: Depósito de Literatura Cristã - DLC. (Brasil).
Páginas: 175.
Livro: George Müller - Um dos maiores exemplos de fé e oração da história da igreja.
Autor: Andrew Miller, 1810-1883.
Editora: Depósito de Literatura Cristã - DLC. (Brasil).
Páginas: 175.
Livro: George Müller - Um dos maiores exemplos de fé e oração da história da igreja.
Autor:
Jack Manley.
Editora:
Betânia. (Brasil).
Páginas: 71.
Páginas: 71.
Livro:
George Müller - Homem de Fé a quem Deus deu milhões.
Autor:
Carlos R. Parsons.
Editora:
Shedd Publicações. (Brasil).
Páginas: 47.
Páginas: 47.
Livro:
George Müller - O triunfo da fé no sobrenatural.
Autor:
Faith Coxe Bailey.
Editora:
Vida. (Brasil).
Páginas: 167.
Páginas: 167.
Livro:
Heróis da Fé - Vinte homens extraordinários que incendiaram o mundo.
Autor:
Orlando Boyer.
Editora:
Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD. (Brasil).
Páginas: 246.
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Páginas: 246.
Wikipédia, a enciclopédia livre.
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